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Na tribuna: problemas urbanos, concessões e críticas à gestão municipal concentram discursos da semana

Problemas de manutenção urbana, críticas à prestação de serviços pela Companhia de Saneamento de Bauru (CSB) e cobranças à administração municipal estiveram entre os principais assuntos levados à tribuna durante a 39ª Sessão Ordinária, realizada nesta segunda-feira (26/10). As concessões do esgoto e do lixo voltaram ao debate, assim como novos elementos da Operação Cavalo de Troia. Os vereadores também trataram do resultado da eleição presidencial, saúde, educação, meio ambiente, causa animal e da situação dos servidores do Departamento de Água e Esgoto (DAE).

Confira o que disse cada parlamentar:

Arnaldinho Ribeiro (Avante) defendeu uma participação maior de representantes das universidades e de entidades de classe de Bauru na administração municipal. A reflexão surgiu após o vereador parabenizar a cirurgiã-dentista Fabiane Dittrich Santos Bastazini, presidente da Associação Paulista de Cirurgiões-Dentistas – Regional Bauru, pela participação na Tribuna Livre no início da sessão. Arnaldinho afirmou que instituições e profissionais qualificados frequentemente se colocam à disposição para contribuir com o município, mas avaliou que esse potencial ainda é pouco aproveitado pelo Poder Executivo. “A cidade infelizmente não abraça, não escuta, não acolhe”, declarou. Para o parlamentar, a presença de mais nomes com perfil técnico e acadêmico no secretariado poderia contribuir para a gestão. “Temos muita gente boa que, com certeza, ajudaria a resgatar o peso que a nossa cidade tem”, concluiu.

André Maldonado (PP) fez críticas à condução da administração municipal e afirmou estar cada vez mais distante da base governista. Disse que iniciou o mandato com expectativa positiva em relação ao Executivo, mas que a falta de respostas tem aumentado sua frustração. “Eu já estou no meu limite. Não dá mais para defender se não houver mudança”, afirmou. O vereador defendeu maior participação de profissionais e entidades de classe de Bauru na gestão municipal, e criticou a recorrência de nomes de fora da cidade em cargos de comando. Também reafirmou ser favorável a concessões e parcerias com a iniciativa privada, mas avaliou que os modelos adotados em Bauru vêm decepcionando. Como exemplo, concentrou críticas na atuação da CSB, responsável pelos serviços de esgoto. Citou erros de cadastro, contas incorretas, cobranças por média, atraso em ligações e problemas nos reparos realizados após intervenções na rede de esgoto, que, segundo ele, têm deixado buracos abertos em diferentes pontos da cidade. Maldonado mencionou ainda bueiros entupidos, alagamentos, necessidade de desassoreamento do Rio Bauru e demora em serviços solicitados à Emdurb. Ao final, criticou a dificuldade do Executivo em colocar em prática leis aprovadas pela Câmara e resolver demandas encaminhadas pelos vereadores.

Junior Lokadora (Podemos) exibiu vídeos de vazamentos de esgoto, inclusive dentro de residências, e voltou a criticar a concessão do serviço, aprovada pela Câmara em maio de 2024. O vereador relembrou a atuação de Renato Purini na tramitação da proposta. Na ocasião, Purini ocupava temporariamente uma cadeira no Legislativo, como suplente do MDB, e, segundo Lokadora, participou da articulação pela aprovação do projeto. Purini assumiria posteriormente a Secretaria Municipal de Governo. Marido da prefeita Suéllen Rosim (PSD), ele foi preso preventivamente neste mês e exonerado do cargo após ser alvo de uma nova fase da Operação Cavalo de Troia, investigação do Gaeco relacionada à concessão do lixo. “Olha como está a nossa cidade hoje! Nem os vereadores da base aguentam mais, mas lá atrás nós avisamos!”, afirmou Lokadora. Ele também lembrou que tentou viabilizar, à época, um plebiscito sobre a concessão do esgoto, mas a iniciativa não alcançou o número de assinaturas necessário. Ao retomar críticas feitas pela prefeita aos vereadores contrários ao projeto, questionou os resultados do modelo: “Por que a Nações alaga ainda? Não foi aprovada a concessão do esgoto? Não era essa a promessa? Mas não, era mais uma mentira”. Em outro ponto da fala, o parlamentar relatou episódios de infiltração e furtos em unidades municipais de saúde e criticou as condições de manutenção da cidade.

Estela Almagro (PT) comemorou a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e criticou a postura de Flávio Bolsonaro (PL), derrotado no segundo turno, de, em seu primeiro pronunciamento, não reconhecer o resultado das urnas. Na parte dedicada à política local, a vereadora voltou a comentar as investigações sobre a concessão do lixo e os trabalhos da Comissão Processante (CP do Lixo), instaurada a partir de denúncia contra a prefeita Suéllen Rosim. Estela exibiu trechos de uma audiência pública, realizada ainda na gestão anterior, em que questionava possíveis direcionamentos de contratação Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) pela Prefeitura. “Fazer oposição se faz com responsabilidade, estudo, técnica, apontamentos. Isso não é fácil. É cansativo. Mas é uma escolha política”, afirmou. Um dos consultores da fundação, Mário Luiz Silvério é considerado foragido pela Justiça no âmbito da operação “Cavalo de Troia”. Além da modelagem da concessão do lixo, a FIPE participou da elaboração da concessão do esgoto e dos trabalhos para atualização do Plano Diretor Participativo e da Lei de Uso, Ocupação e Parcelamento do Solo.

Cabo Helinho (PL) criticou a falta de transparência na administração municipal e relacionou o problema ao atual cenário político da cidade. “Tudo o que está acontecendo hoje no cenário político é por conta da falta de transparência”, afirmou. O vereador também apontou excesso de burocracia para empreendedores, falta de investimentos em tecnologia e informatização e ausência, segundo ele, de projetos estruturantes por parte do Executivo. Diante das dificuldades que projeta para o orçamento municipal nos próximos anos, defendeu medidas de redução de custos, melhor aproveitamento dos recursos e, se necessário, diminuição do número de secretarias. Ao comentar o processo eleitoral, Helinho defendeu respeito às regras estabelecidas e afirmou que questionamentos devem ocorrer dentro dos limites institucionais. Também condenou episódios de agressão registrados após as eleições e ressaltou a importância de preservar a liberdade de manifestação e questionamento.

José Roberto Segalla (União Brasil) voltou a defender o fim da cobrança mensal destinada ao Fundo Municipal de Tratamento de Esgoto. O projeto apresentado pelo vereador, com apoio de outros parlamentares, está em tramitação e aguarda parecer da Procuradoria Jurídica da Câmara. Segalla afirmou que a proposta não extingue o fundo, mas apenas a cobrança incluída nas contas de água desde 2006. Segundo ele, informações da concessionária CSB apontam que o saldo acumulado, somado a outras fontes de recursos destinadas ao tratamento de esgoto, seria suficiente para as obras previstas. O vereador também tratou dos questionamentos feitos pela Associação de Moradores do Jardim Estoril 5 sobre a revisão da Lei de Uso, Ocupação e Parcelamento do Solo. Entre as dúvidas citadas por Segalla está a participação da FIPE e do consultor Mário Luiz Silvério na elaboração do projeto. Silvério é réu na investigação sobre a concessão do lixo, teve a prisão preventiva decretada e permanece foragido. Segalla lembrou que a Fipe participou de diferentes trabalhos contratados pelo município e defendeu que essas atuações sejam esclarecidas. Ao comentar o atual cenário político, o parlamentar reclamou da dificuldade de obter informações sobre os desdobramentos das investigações pelo fato de não haver mais jornais diários que apurem e respondam dúvidas de interesse público. Além disso, mencionou dados de declarações de bens apresentadas pela prefeita Suéllen Rosim à Justiça Eleitoral, levantando questionamentos sobre sua evolução patrimonial e despesas pessoais e jurídicas de sua família.

Julio Cesar (PP) cobrou do secretário municipal de Meio Ambiente e Bem-Estar Animal, Jurandir Posca, o andamento de projetos voltados à causa animal que, segundo ele, não avançaram na administração. Entre as iniciativas, citou a oferta de atendimento veterinário gratuito e afirmou que há recursos suficientes para colocar o serviço em funcionamento, defendendo que isso ocorra já no próximo mês. O vereador também chamou atenção para a situação do bairro Nova Aliança, que classificou como uma das áreas em maior situação de vulnerabilidade da cidade. Segundo ele, há recorrência de casos de maus-tratos e de doenças transmitidas dos animais para as pessoas, o que exige uma ação integrada de veterinários, agentes de saúde e profissionais da assistência social. “A partir de agora, tudo que acontecer ou que não acontecer na Coordenadoria de Bem-Estar Animal é responsabilidade do senhor”, disse, dirigindo-se a Posca. Em outro ponto, Julio relatou a falta de computadores na Unidade de Saúde da Família (USF) Nove de Julho/Fortunato Rocha Lima. Após uma cobrança de seu gabinete, um equipamento foi enviado pela Secretaria Municipal de Saúde. O parlamentar criticou a necessidade de intervenção de um vereador para resolver uma demanda que considerou simples e cobrou maior presença e diálogo da gestão com as equipes da rede.

Eduardo Borgo (Novo) voltou a repercutir documentos da Operação “Cavalo de Troia” e exibiu trechos do relatório do Gaeco que, segundo ele, registram reações ofensivas de investigados a vereadores que discursavam contra a concessão do lixo. Em uma das imagens apresentadas, Cilene Chabuh Bordezan, então secretária municipal de Meio Ambiente e Bem-Estar Animal, e Sara Moura de Jesus, que ocupava o cargo de secretária-adjunta da pasta, aparecem fazendo gestos obscenos enquanto Borgo era exibido em uma tela. As duas foram exoneradas após a deflagração da operação e estão presas preventivamente no âmbito da investigação. O parlamentar mostrou ainda outra fotografia, na qual aparece uma mão feminina, e questionou quem seria a pessoa retratada e se o registro teria sido feito na sala da prefeita. Borgo direcionou críticas à prefeita Suéllen Rosim e contestou a alegação apresentada por ela à CP do Lixo de que desconhecia as irregularidades hoje investigadas. Também voltou a cobrar esclarecimentos sobre a atuação de Renato Purini, ex-secretário de Governo e marido da prefeita, também preso preventivamente. O vereador destacou ainda informação do Gaeco sobre um pagamento de R$ 750 mil feito pela Estre à empresa apontada na investigação como intermediária de vantagens indevidas, durante o período em que a Câmara iniciou, em dezembro de 2025, a votação da concessão do lixo. Borgo questionou quem teria recebido os valores e defendeu que a investigação identifique eventuais destinatários. Ao tratar da Saúde, lembrou a lei municipal que determina a divulgação de dados sobre pacientes que morrem enquanto aguardam leitos hospitalares e voltou a cobrar respostas do Executivo para a situação. No início da fala, também comentou o processo eleitoral presidencial e afirmou esperar respostas a partir do acompanhamento da comunidade internacional.

Mané Losila (MDB) repercutiu a audiência pública realizada na semana passada sobre a proposta de criação da Secretaria Municipal da Mulher em Bauru. O vereador afirmou que políticas de proteção e valorização das mulheres são importantes, mas ponderou que o cenário orçamentário do município para os próximos anos pode dificultar a implantação de uma nova pasta. Mané também tratou de furtos em escolas municipais e defendeu a ampliação do videomonitoramento como medida de prevenção. Ainda na área da Educação, cobrou a realização de concursos para recompor o quadro de servidores, diante de relatos de falta de profissionais em algumas unidades. Ao final, parabenizou a prefeita pelo início da reforma do ginásio Guilherme Dal Colletto, na Vila Industrial, e pediu que intervenções semelhantes alcancem outros equipamentos esportivos, citando espaços na Vila Dutra, Vila Ipiranga e Vila Santista.

Marcelo Afonso (PSD) criticou a demora do Poder Executivo em colocar em prática leis aprovadas pela Câmara e disse que, como vereador, muitas vezes tem a sensação de estar “enxugando gelo”. Como exemplo, citou a legislação que prevê videomonitoramento em prédios municipais das áreas de Educação e Saúde. Segundo ele, a norma está em vigor há cerca de um ano, mas ainda não foi efetivamente implantada – enquanto isso, unidades continuam sendo alvo da ação de bandidos. O vereador exibiu imagens de uma escola que, embora o local possua câmeras, não dispõe do sistema de monitoramento em tempo real, modelo que permitiria identificar a ocorrência e acionar rapidamente as forças de segurança. “Então, para que serve a minha lei?”, questionou. Marcelo afirmou ainda que secretários municipais precisam ter mais iniciativa e cobrou maior presença da prefeita e seus subordinados nas ruas.

Márcio Teixeira (PL) pediu ao Ministério Público de São Paulo que seja chamado para prestar depoimento no âmbito das investigações da Operação “Cavalo de Troia”, sobre a concessão do lixo em Bauru. O vereador voltou a questionar os valores pagos à Estre pelo transbordo dos resíduos e afirmou que o município poderia economizar cerca de R$ 10 milhões caso o serviço fosse assumido pela Emdurb. Márcio também repercutiu as críticas à administração feitas por vereadores que integram a base da prefeita e avaliou que as manifestações evidenciam um desgaste do governo. Demonstrou ainda preocupação com o prazo para análise de projetos considerados importantes antes do fim do ano, como a atualização da Planta Genérica de Valores (PGV) e a renegociação da dívida da Cohab, que ainda não chegaram à Câmara. Na área da Saúde, cobrou explicações sobre a paralisação das obras da UPA do Mary Dota e do Pronto-Socorro Central. “O que está acontecendo com essa cidade é um verdadeiro desastre”, afirmou.

Markinho Souza (MDB) voltou a cobrar providências da Prefeitura após os alagamentos e enxurradas registrados em diferentes pontos da cidade. O vereador citou bocas de lobo entupidas, problemas em vias rurais e a situação do Rastro do Cowboy, mencionada na semana anterior por Edson Miguel de Jesus (Republicanos) e Mané Losila (MDB), e questionou quais medidas foram adotadas desde então. Markinho também pediu que os secretários municipais acompanhem mais de perto os debates da Câmara e respondam às demandas apresentadas pelos vereadores. “Se está em clima de final de governo, pede para sair. Dá espaço para quem está com vontade de melhorar a nossa cidade”, afirmou. Ele sugeriu ainda o uso de resíduos da construção civil em intervenções nas vias rurais, especialmente em regiões onde moradores enfrentam dificuldades de acesso. O presidente da Câmara aproveitou a proximidade do Dia do Servidor Público, celebrado em 28 de outubro, para homenagear os funcionários municipais e, em especial, os servidores do Legislativo. Recordou que presidiu a Casa nos biênios 2021-2022 e 2025-2026 e afirmou que, nesses quatro anos, cerca de R$ 115 milhões passaram pelo orçamento da Câmara sem questionamentos sobre a aplicação dos recursos. Ao final, Markinho comentou o encontro realizado na Câmara sobre a segurança de mulheres motoristas de aplicativo e destacou a importância de medidas de prevenção e proteção durante as corridas.

Miltinho Sardin (PSD) cobrou da administração municipal um canal de diálogo com os vereadores sobre as ações viabilizadas pelo Desenvolve SP, para que o Legislativo possa acompanhar os projetos de drenagem e pavimentação financiados por meio do programa. O parlamentar também repercutiu a conclusão do recapeamento no Núcleo Habitacional José Regino, as obras em andamento na Vila Tecnológica e o início da reforma do ginásio Guilherme Dal Colletto, destacando o trabalho das secretarias envolvidas. Sobre a CSB, Miltinho afirmou que a companhia tem atendido às demandas encaminhadas por seu gabinete, mas relatou reclamações de imobiliárias e corretores sobre a identificação dos proprietários dos imóveis nas contas de água. Segundo ele, o problema surgiu durante a migração dos serviços do DAE para a concessionária e ainda não foi solucionado.


Natalino da Pousada (PDT)
relatou uma denúncia de descarte irregular de lixo na Quinta da Bela Olinda, em área de preservação ambiental. O vereador esteve no local com representantes da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Bem-Estar Animal e informou que um caminhão envolvido já foi identificado. Segundo ele, a região passará a ser monitorada pela Polícia Ambiental e pelo município, além de ter recebido sinalização para coibir novas ocorrências. Natalino também criticou o aumento dos vazamentos de esgoto e afirmou que a CSB não tem dado respostas adequadas aos problemas. No Núcleo Nova Bauru, comentou a operação tapa-buracos na Rua Joaquim Augusto da Costa, mas avaliou que a via precisa de recapeamento completo. Para o vereador, a terceirização do serviço evidencia dificuldades da Prefeitura com equipes e pessoal. Também destacou a conclusão de uma quadra de vôlei na Pousada da Esperança I, solicitada pelo mandato, em uma região que ainda possui poucos equipamentos de esporte e lazer.


Pastor Bira (Podemos)
declarou-se contrário à concessão do abastecimento de água e favorável ao plebiscito para que a população se manifeste sobre o tema. O projeto que convoca a consulta foi aprovado em discussão única durante a Sessão Ordinária. Para o vereador, a participação do povo é necessária para evitar problemas semelhantes aos que ele atribui à concessão do esgoto. Bira lembrou que votou contra aquele processo por entender que o modelo apresentado “não era o melhor caminho para Bauru” e chamou atenção para a situação dos servidores do DAE. Relatou reunião com o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Bauru e Região (Sinserm), na qual conheceu uma proposta de iniciativa popular voltada à proteção dos direitos dos funcionários da autarquia, e colocou seu gabinete à disposição da categoria. “Não podemos discutir o futuro do DAE olhando apenas para contratos, estruturas e questões administrativas. Precisamos olhar também para as pessoas”, afirmou. Ao final, o parlamentar cobrou providências para problemas viários nas regiões do Rastro do Cowboy e na Vila Aimorés.


Junior Rodrigues (PSD)
cobrou uma força-tarefa da Prefeitura para identificar e resolver os buracos e crateras espalhados pela cidade. O vereador afirmou que tem recebido, assim como outros parlamentares, vídeos e fotos de diferentes bairros e disse nunca ter visto situação semelhante em seus seis anos de mandato. Segundo Junior, em muitos casos nem mesmo a administração consegue identificar de imediato se o problema é de drenagem, da rede de água do DAE ou da rede de esgoto sob responsabilidade da CSB. Enquanto isso, buracos permanecem por dias ou semanas com sinalizações improvisadas, como cones, pedaços de madeira e objetos deixados por moradores. “Parece cena de guerra”, afirmou. O parlamentar alertou para acidentes e prejuízos causados pela demora nos reparos, citando danos a carros e motos e relatos de pessoas feridas. Também chamou atenção para obras iniciadas e interrompidas no Jaraguá, onde teme que a situação possa provocar acidentes graves. Junior reconheceu o momento político difícil vivido pelo município, mas cobrou resposta da administração. Para ele, a Prefeitura precisa definir com rapidez quem é responsável por cada ocorrência e garantir os reparos antes que os problemas se agravem.

Reprodução: Câmara Municipal de Bauru

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