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Na tribuna: o que foi destaque na fala dos vereadores na sessão legislativa do dia 29 de setembro

Na última segunda-feira (29/09), a Câmara Municipal de Bauru realizou a 35ª Sessão Ordinária de 2025. Durante o Rol de Oradores, 18 vereadores usaram a tribuna. Confira o que foi destaque nos discursos:

Emerson Construtor (Podemos) tratou sobre a falta d’água no município, ressaltando que há um acúmulo de três meses sem chuva em Bauru, além da previsão de baixa precipitação nas próximas três semanas. Ciente do racionamento implantado em diversos bairros, o parlamentar reiterou a importância da economia de água pelos cidadãos, principalmente na região oeste. Complementando a medida, Emerson Construtor cobrou o Poder Executivo e o DAE para encaminhar outras soluções, além da contratação de mais caminhões-pipa. Nesse sentido, sugeriu que o Poder Público decrete crise hídrica na cidade e, na tentativa de amenizar a escassez, recomendou prioridade ao desassoreamento do Rio Batalha, assim como o aumento no nível de água da lagoa de captação. Por fim, pediu para que o DAE altere a norma interna que impede os técnicos da empresa de subir nos telhados para abastecer as caixas d’água dos moradores, garantindo a disponibilidade de água potável para consumo.

Estela Almagro (PT) também abordou a crise hídrica e criticou a ideia de que a decretação de estado de emergência resolveria o problema de Bauru, além de repudiar alegações de que o Legislativo teria responsabilidade sobre a situação atual, e não o Poder Executivo. A parlamentar classificou o argumento como “covardia”. Estela ainda mencionou a importância do Plano Diretor de Águas e disse que, sucessivamente, os prefeitos e presidentes do DAE não cumpriram suas diretrizes. Na sequência, informou que participou da abertura da segunda plenária da Frente pelo Clima, na qual foram debatidos os impactos do Plano Diretor sobre os mananciais. Por fim, a vereadora comunicou que vai pedir a informação de quantos decretos de emergência foram estabelecidos em Bauru na última década e de quanto foi gasto com compras emergenciais no mesmo período. E encerrou o uso da tribuna afirmando que é preciso cobrar o Poder Executivo, exigindo um debate maduro, técnico e com responsabilidade orçamentária.

Cabo Helinho (PL) compartilhou suas reflexões sobre a situação adversa que a população bauruense enfrenta diante das dificuldades no abastecimento de água. Por isso, o parlamentar cobrou o Poder Público e o DAE, na pessoa do presidente João Carlos Viegas, para que assumam a responsabilidade da prestação do serviço público e garantam a disponibilidade de água potável para consumo aos munícipes. Ele também defendeu o Poder Legislativo, argumentando que os vereadores apenas propõem os projetos e fiscalizam, mas não possuem “a caneta na mão”. Em seguida, condenou a taxa de 46% de desperdício de água tratada ao longo do processo de distribuição e pediu colaboração do presidente da autarquia para resolver os problemas: “O cenário está dramático e só tende a piorar”, admitiu. Nesse sentido, sugeriu a criação de um Gabinete de Crise na Casa de Leis para priorizar ações que amenizem a falta d’água, como a contratação de mais caminhões-pipa, além de sugerir que os cidadãos adquiram mais caixas d’água próprias. Por fim, pediu explicações quanto às falhas no pagamento de salários dos vigilantes da empresa “Ipiranga Segurança Patrimonial”, responsável pela fiscalização das áreas próximas às Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs), e parabenizou o 2° Batalhão de Polícia Militar Rodoviária pela apreensão de aproximadamente 8 toneladas de entorpecentes na última semana.

José Roberto Segalla (União Brasil) abordou dois temas: a crise hídrica e a onda de furtos em Bauru. Em relação ao primeiro tema, lamentou que o cenário se repita todos os anos sem que haja uma solução definitiva. O vereador exibiu um ofício que encaminhou ao DAE e mencionou a informação de que, entre 2022 e 2025, o Fundo Municipal para Recuperação dos Mananciais arrecadou mais de R$ 4,5 milhões, mas a autarquia aplicou apenas R$ 82.489,00. Logo, concluiu: o problema não é a falta de dinheiro, mas sim a falta de planejamento, organização e trabalho. Sobre a onda de furtos, o parlamentar relatou que moradores da cidade estão precisando se organizar para fazer a segurança por conta própria, o que classificou como “absurdo”. Com base na problemática, o vereador apontou falhas na atuação da Assistência Social em Bauru e finalizou alertando que, se não houver um trabalho sério de prevenção, a situação pode piorar ainda mais.

Julio Cesar (PP) lamentou os registros de crimes cometidos na cidade nas últimas semanas, citando o roubo da placa do busto de Machado de Mello, localizado no Centro, assim como os furtos de fios, assaltos em residências e vandalismos em espaços públicos, com ênfase nas escolas municipais. Na sequência, comemorou a reforma na casa do zelador da EMEF Cônego Aníbal Difrância e agradeceu aos voluntários do projeto da UNESP, Escola Colagem, pela iniciativa, que busca a revitalização do espaço e a criação de um ateliê-laboratório. Buscando maior suporte, solicitou a participação da Secretaria da Educação em ações semelhantes. Comentou também sobre a falta de qualidade dos mata-burros instalados na área rural e pediu melhorias ao Coordenador de Políticas Públicas para Meio Ambiente da Semmab, Sidnei Rodrigues. O vereador também parabenizou o Projeto Empresa Amiga dos Animais de Rua (Eamar) pelo cuidado prestado aos animais abandonados e informou que o grupo pediu auxílio da Emdurb para intensificar a sinalização de trânsito da Avenida Odilon Braga, que possui alto fluxo de veículos e é alvo de acidentes. Por fim, comemorou a aliança fortalecida com o Deputado Estadual de São Paulo, Rafael Saraiva (União Brasil), relembrando que o político é autor de um Projeto de Lei que proíbe o acorrentamento de cães e gatos, a venda de animais em vitrines e a criação comercial sem regulamentação.

Eduardo Borgo (Novo) exibiu um vídeo do debate entre candidatos a prefeito de Bauru em 2022. No recorte, a prefeita Suéllen Rosim (PSD), na posição de candidata, prometia resolver o problema da falta de água. Borgo contrastou a afirmação com o cenário atual da cidade. Ele também exibiu um vídeo de 2024 onde a chefe do Executivo Municipal dizia que a responsabilidade pelas enchentes na Avenida Nações Unidas era da Câmara. Na sequência, criticou a prefeita por não ter resolvido os problemas citados. “Não somos nós que construímos reservatórios”, disse o vereador. Ela ainda afirmou que não existe preocupação com Bauru e que o Plano Diretor, em fase de elaboração, é “uma farsa para atender a interesses privados”.

Mané Losila (MDB) parabenizou o Noroeste pela classificação às oitavas de final do Campeonato Paulista Sub-15 e agradeceu o apoio do Presidente do clube, Rodrigo Mandaliti, à categoria: “A garotada vem brilhando e representando Bauru em todo o Estado de São Paulo. Que avancem ainda mais”, desejou. Na sequência, agradeceu à Emdurb pela instalação de um semáforo no cruzamento da Rua dos Andradas e a Avenida Alfredo Maia, além de comemorar o acordo firmado entre Prefeitura, Comissão de Obras e dez empresas de produção de concreto para a doação de material ao Poder Público, ação que possibilitará melhorias nas vias da cidade. Por fim, tratou a respeito do abastecimento de água e cobrou a Prefeitura e o DAE para encaminhar soluções com urgência, defendendo que seja decretada crise hídrica, além de uma série de outras ações voltadas à melhor distribuição de água no município: “Tudo o que poderia ter sido feito pelo Poder Legislativo foi feito e nós vamos fazer o que for necessário para entregar água à população”, prometeu, relembrando da futura entrega de novos reservatórios e poços.

Marcelo Afonso (PSD) voltou a tratar sobre a crise hídrica, lamentando que a cidade continue refém da dependência do Rio Batalha, especialmente na região oeste. O vereador criticou a falta de ação do DAE e do Executivo em relação às propostas que já apresentou, como o uso de mananciais alternativos, e enfatizou que o nível da Lagoa de Captação do Rio Batalha está muito abaixo do normal, o que torna o rodízio ineficaz. Marcelo ainda apresentou duas propostas: a interligação do Poço Cyrela ao Ribeirão da Água da Ressaca ou o uso dos Poços Cardoso e Imperial. Ele encerrou o discurso fazendo um apelo ao DAE para que aceite as propostas: “Vamos trabalhar com o que tem e depois nós vamos tentar resolver o que não tem”.

Márcio Teixeira (PL) condenou a falta de cumprimento do Plano Diretor de Águas de Bauru pelo Poder Público e lamentou o sofrimento vivido pelos moradores da cidade. Na sequência, analisou o cenário municipal de distribuição de água e elencou uma série de dificuldades em torno da pauta. Apontando que o DAE possui cerca de R$ 45 milhões em caixa, suplicou pela tomada de medidas urgentes por parte da Prefeitura e da autarquia, criticando a falta de assertividade de ambas. Como sugestão aos munícipes, recomendou a todos que economizem água, evitem o desperdício e adquiram caixas d’água para acumular o máximo de água possível. Por fim, lamentou os registros de crimes cometidos na cidade nas últimas semanas, citando o roubo da placa do busto de Machado de Mello, localizado no Centro, assim como os furtos de fios, assaltos em residências e vandalismos em espaços públicos, e voltou a defender a implementação de uma Secretaria de Segurança Pública e da Guarda Municipal.

Markinho Souza (MDB) convidou todos os vereadores para a cerimônia de assinatura da doação de um terreno à Fundação Amaral Carvalho, que construirá um Centro de Diagnóstico no local. Em seguida, o vereador informou que está protocolando dois projetos de lei. O primeiro dispõe sobre a reserva de percentual mínimo das datas disponíveis no Teatro Municipal para produções artísticas locais. Markinho defendeu a importância de investir nos artistas da cidade, sem desmerecer as peças de renome nacional. O segundo PL propõe a implantação de medidas de prevenção e mitigação da contaminação de aquíferos e do solo por necrochorume nos cemitérios de Bauru, ressaltando a importância desse cuidado para as futuras gerações. Ele também aproveitou para abordar a crise hídrica, declarando ser urgente a realização do alteamento da lagoa de captação e que se construa uma grande lagoa de reservação para captar a água no período das chuvas. O presidente da Casa de Leis sugeriu que o DAE procure a iniciativa privada para que empresas e pessoas com interesse na cidade ajudem no financiamento do alteamento, já que o DAE não tem condições de fazer isso sozinho. Para finalizar, também denunciou o aumento de furtos na cidade, e colocou: “O Estado não tem pernas para cuidar sozinho da segurança de Bauru”. Markinho também recomendou a utilização de tecnologias e parcerias privadas para auxiliar a Polícia Militar e a Polícia Civil, citando como exemplos bem-sucedidos o Programa Smart Sampa, do município de São Paulo, e a Muralha Paulista, do Governo do Estado de São Paulo.

Miltinho Sardin (PSD) relembrou o aniversário de seu falecido pai, Milton Ribeiro Sardin, e disse ter orgulho de ser seu filho: “Hoje o céu está em festa. Parabéns pai”, destacou. Na sequência, informou a respeito de uma viagem marcada para Brasília, em 15 de outubro, para a realização de duas importantes reuniões com o Diretor da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), Tiago Sousa Pereira, e o Ministro dos Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, para tratar sobre o possível retorno dos voos de Bauru com destino à São Paulo. Na sequência, comentou sobre o abastecimento de água na cidade e compartilhou relatos de moradores que vêm sofrendo com a escassez hídrica. Alegando que o momento é crítico, Miltinho reforçou que o DAE deve continuar dando suporte à população com o envio de caminhões-pipa e de caixas d’água às residências, e fez um apelo para que os munícipes abram chamados sempre que necessário. Por fim, pediu a instalação de um semáforo no cruzamento entre as Ruas Araújo Leite e Quinze de Novembro e fez um convite à população para que compareça na Sessão Solene de entrega do Título de “Cidadão Bauruense” ao Reverendo Kleuber Leal da Silva, agendada para esta quinta-feira (2), às 19h, no Plenário “Benedito Moreira Pinto”.

Natalino da Pousada (PDT) convidou os pares para a entrega do título de Cidadão Bauruense ao Dr. Florisvaldo Antônio Fiorentino Júnior, defensor e coordenador da Defensoria Pública em Bauru, na próxima sexta-feira (03/10). Em seguida, o vereador criticou o Presidente do DAE, João Carlos Viegas de Souza, por não ter comparecido à terceira Audiência Pública para discussão do orçamento da autarquia. Ele ressaltou que a crise hídrica é um problema antigo e que o governo precisa de mais sensibilidade para ouvir a população e a Câmara. Para a segurança pública, Natalino propôs uma sugestão, já que o município não tem apresentado alternativas: distribuir apitos para a população, para que façam um “apitaço” ao avistar indivíduos suspeitos – uma alternativa “fácil e prática” para a sociedade, segundo o vereador. O parlamentar ainda criticou a decisão do governo de contratar caminhões-pipa em vez de resolver o problema da água de forma definitiva, e finalizou exibindo um vídeo que mostra a situação do Jardim da Grama, onde há enchentes, e ressaltou que a população precisa de uma resposta do município.

Pastor Bira (Podemos) fez um apelo para que a população faça orações à Deus suplicando por mais chuvas, essenciais para o aumento no nível de água da Lagoa de Captação do Rio Batalha. Diante da gravidade e urgência do problema, destacou que soluções a longo prazo devem ser estruturadas, mas defendeu que o Poder Público deveria priorizar medidas provisórias e a curto prazo: “Não vamos ter tempo de fazer nada”, lamentou. Como alternativa, sugeriu aos munícipes que realizem a reservação de água em suas próprias residências, evitando o desperdício e o consumo exagerado. Em seguida, condenou a falta de cumprimento do Plano Diretor de Águas e pediu maior atenção da Prefeitura quanto às normas estabelecidas na lei em questão: “Precisamos ser mais proativos. Não vamos conseguir fazer nada do dia para a noite”, argumentou. Por fim, comentou sobre a Audiência Pública, realizada na última sexta-feira (26), para dar continuidade à discussão sobre a regularização fundiária no Vale do Igapó III e comemorou os avanços relacionados ao tema.

Júnior Rodrigues (PSD) lamentou que o problema da crise hídrica em Bauru se estenda ano após ano sem solução. Ele esclareceu que a responsabilidade não é da Câmara Municipal: “Vereador não perfura poço. O que podemos fazer, estamos fazendo”, disse. Júnior também criticou o fato de que os ex-presidentes do DAE, que prometeram resolver o problema no passado, não cumpriram o compromisso e declarou que o desassoreamento da Lagoa de Captação do Rio Batalha não pode ser feito sem a criação de uma segunda lagoa de captação e reservação, pois mexer no fundo da lagoa sem interromper o fornecimento de água entupiria as bombas. O parlamentar defendeu que a cidade precisa de pessoas capacitadas e sérias para dar o direcionamento correto ao DAE e que o debate sobre o Plano Diretor deve garantir a preservação dos locais onde existem essas lagoas de captação. Ele, por fim, criticou a falta de planejamento e informou que fez uma emenda no Plano Plurianual (PPA) para que a cidade avance na construção de uma segunda opção para captação de água: “Chega de enganar a população!”.

Sandro Bussola (MDB) criticou a fala do parlamentar Junior Rodrigues (PSD) na tribuna, ironizando os apontamentos realizados por um representante do Poder Legislativo que faz parte da base da prefeita Suéllen Rosim (PSD) na Casa de Leis. O vereador defendeu a Prefeitura, argumentando que a escassez hídrica é um problema histórico da cidade ignorado por outros governos e reiterou que o Poder Executivo vem prestando todo apoio possível: “Devemos enfrentar o tema de forma responsável. O Governo não está parado”, alegou. Bussola também condenou os vazamentos e desperdícios de água em diversos pontos da cidade e sugeriu uma série de melhorias nos encanamentos do DAE. Na sequência, defendeu a preservação do Rio Batalha e a estruturação de um Plano Diretor que esteja de acordo com a realidade de municípios vizinhos, como Itapuí, Piratininga, Agudos, entre outros.

André Maldonado (PP) parabenizou o Sincor Bauru pela realização do Congresso de Corretores de Seguros (Conec), o maior evento da América Latina para profissionais da categoria. Ele destacou a tecnologia do Smart Sampa, apresentada no evento, que ajudou a reduzir roubos e furtos em São Paulo, e usou o gancho para falar sobre a segurança em Bauru, que, segundo ele, tem sofrido com a falta de fiscalização dos receptadores de fios e alumínio. Ele afirmou que, se a Prefeitura não lacrar esses locais, o problema não vai acabar, e que os empresários de Bauru estão sendo prejudicados com a onda de furtos. Depois, Maldonado exibiu um vídeo que mostra a Lagoa da Quinta da Bela Olinda sendo utilizada para lazer, mesmo com o risco de afogamento. O parlamentar alertou que mais de 150 pessoas já morreram no local e que, apesar das promessas de revitalização e de um parque, nada foi feito. Em seguida, também exibiu um vídeo com o mato alto nos Distritos Industriais I e II, e alertou que, se a Prefeitura não fizer a limpeza, o matagal vai pegar fogo e causar problemas graves, e apelou ao Poder Executivo para que resolva o problema.

Arnaldinho Ribeiro (Avante) defendeu que o Poder Público decrete crise hídrica na cidade, diante da situação emergencial em que Bauru se encontra. Em seguida, na área da saúde, o parlamentar cobrou por melhorias estruturais nas mais de 60 unidades médicas espalhadas pelo município e informou que, após debate com a prefeita Suéllen Rosim (PSD) e o secretário da Saúde, Márcio Cidade Gomes, decidiu encaminhar uma emenda parlamentar de R$ 550 mil para o setor. Segundo Arnaldinho, tal investimento será destinado à adaptação de veículos, facilitando o transporte de materiais, a manutenção e a prevenção de acidentes nas UPAs, UBSs e USFs.

Júnior Lokadora (Podemos) tratou sobre a crise hídrica com bastante indignação, e exibiu um vídeo da situação da lagoa de captação do Rio Batalha. Ele questionou a razão da lagoa não ser limpa e do trabalho de desassoreamento ter sido interrompido, apesar da Prefeitura ter anunciado a contratação de uma empresa para o serviço. Lokadora citou o Plano de Governo de 2020 da prefeita Suéllen Rosim, que prometia garantir o abastecimento 24 horas e valorizar o DAE, e o de 2024, que falava em desobstrução de córregos: ”Mentiras atrás de mentiras”. O parlamentar confrontou aqueles que defendem o governo, e esbravejou para que não culpem a oposição pelo problema: “Fala a verdade, que não teve capacidade de resolver”. Em seguida, o vereador relatou um acidente na Rua Alto Acre, no cruzamento com a Rua Santos Dumont, no qual uma criança de seis anos foi atropelada. Ele exibiu vídeos e documentos, mostrando que há mais de um ano vinha cobrando a instalação de lombadas ou semáforos no local para reduzir a alta velocidade dos veículos. Ele vinculou o acidente à questão da saúde, já que a criança precisou ser transferida para Botucatu para receber tratamento de neurocirurgia, criticando também o fato de Bauru não ter habilitação em neurocirurgia pediátrica, o que obrigou a criança a viajar 100 km com fratura exposta – o que classificou como “desumano”. Por fim, declarou que vai acionar o Ministério Público (MP) para cobrar a adesão desses serviços no município.

Reprodução: Câmara Municipal de Bauru

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