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Na tribuna: o que foi destaque na fala dos vereadores no Rol de Oradores do dia 2 de fevereiro

Na segunda-feira, dia 2 de fevereiro, a Câmara Municipal de Bauru realizou a 1ª Sessão Ordinária de 2026. Durante o Rol de Oradores, 17 vereadores usaram a tribuna. Confira o que foi destaque nos discursos:

André Maldonado (PP) iniciou sua fala agradecendo à conclusão de pedidos que vieram de moradores, como recapes e melhorias urbanas. Ele reforçou que deve continuar cobrando que as benfeitorias cheguem em mais locais, como Parque Manchester e Val de Palmas, inclusive exibindo imagens que demonstraram os problemas da falta de asfalto e infraestrutura na região. Maldonado chegou a defender, assim como o vereador Junior Lokadora (Podemos), que moradores sem asfalto em suas ruas não paguem o IPTU. “Se tiver um projeto assim na Casa, eu assino embaixo”, declarou, defendendo que o poder público tenha o compromisso em realizar obras que tragam o mínimo de qualidade de vida aos bauruenses. Ele também agradeceu a Secretaria de Administrações Regionais pelo trabalho que está fazendo na cidade, em especial com os mutirões de limpeza. Nesse tema, fez um apelo ao secretário Jorge Luís de Souza para não se esquecer dos Distritos Industriais e informou que irá realizar uma Audiência Pública para debater o agravo da multa para proprietários de terrenos que não mantêm a limpeza adequada, uma vez que vê o problema como uma questão de saúde pública que precisa ser enfrentada. “Às vezes, a multa é mais barata do que mandar limpar o terreno”, lamentou.

Arnaldinho Ribeiro (Avante) começou o discurso dizendo que espera que a Câmara Municipal e a cidade de Bauru avancem em discussões importantes em 2026, o que, segundo o parlamentar, não ocorreu no ano passado. Arnaldinho também citou um dos projetos listados para discussão na plenária, o Substitutivo ao Projeto de Lei inscrito sob o processo n.º 304/2025, que trata da regulamentação do funcionamento de adegas em Bauru. O vereador defendeu que a discussão do tema é um avanço, pois há muitas famílias bauruenses que dependem do negócio e é importante encontrar um ponto de equilíbrio entre as necessidades delas e da comunidade, que vem enfrentando problemas no entorno de alguns estabelecimentos. Para ilustrar essa realidade, Arnaldinho apresentou dados de ocorrências registradas no último ano, que foram 360 no total. Ele destacou, particularmente, o registro de 3 homicídios e 4 tentativas de homicídio. Por fim, o vereador aproveitou para fazer uma cobrança à secretária municipal de Meio Ambiente e Bem-Estar Animal, Cilene Chabuh Bordezan: “Por favor, atenda o telefone!”, disse.

Dário Dudário (PSD) destacou que o trabalho da vereança não parou durante o período de recesso parlamentar e comentou que, embora os vereadores tenham perfis diferentes, continuam com o mesmo objetivo em comum de contribuir com a cidade. Da mesma forma, disse acreditar que, ainda que seja normal uma identificação com determinadas regiões, todos trabalham por toda a cidade e seus mais diversos bairros. Ele também compartilhou seu anseio para que cada um tenha um legado que deixe saudades no Poder Legislativo. Por fim, Dário trouxe o resultado de suas cobranças na Rua Engenheiro Xerxes Ribeiro dos Santos, que precisava de melhorias urgentes, e no atendimento de pedidos por benfeitorias nas estradas rurais bauruenses.

Junior Lokadora (Podemos) elencou demandas que chegaram até seu gabinete nas últimas semanas. Lokadora mencionou a situação dos moradores do Nova Harmonia, que sofrem com a falta de segurança, serviços de saúde, e, especialmente, vagas em escolas próximas. O parlamentar também cobrou atenção aos dependentes químicos. Citando que o número de usuários espalhados pelas ruas da cidade vem crescendo, argumentou que a solução para o problema não se restringe à área de segurança pública. Para Lokadora, também é uma questão de saúde, sendo necessário unir as duas frentes de trabalho. O vereador ainda pediu melhores condições de trabalho para os profissionais que atuam nas unidades de saúde da cidade e informou que fez uma representação ao Ministério Público por conta da falta de medicamentos fornecidos pelas redes municipal e estadual de saúde. Ainda na área da saúde, Lokadora cobrou a finalização das reformas no Pronto Socorro Central e a instalação de aparelhos de ar-condicionado em algumas unidades de saúde, como aquelas localizadas no Santa Edwiges e Beija Flor.

Edson Miguel (Republicanos) utilizou seu tempo na tribuna para comentar sobre uma das últimas votações do ano passado: a autorização da concessão do serviço de lixo e limpeza pública. O vereador reforçou que foi isso que foi votado, não a “taxa do lixo”, a qual, segundo ele, devido à legislação federal, será implantada de uma forma ou de outra. Para exemplificar o que chegou até os parlamentares sobre o tema, exibiu vídeos de falas explicativas da secretária municipal de Meio Ambiente e Proteção Animal, Cilene Bordezan, e de matérias veiculadas na imprensa regional sobre a obrigatoriedade da cobrança. Edson Miguel defendeu então que a taxa em Bauru tenha um valor simbólico ou com um limitador, apenas para o cumprimento da lei. Sua preocupação é que a população fique sobrecarregada, em especial em casos específicos, como pet shops ou moradores que fazem renda extra lavando roupa para fora, se for o caso da taxa ser cobrada na conta de água. Ele finalizou sua fala resgatando sua luta por regularização fundiária na cidade e comemorando a chegada das escrituras do Bairro de Santa Cândida, que foram recebidas com muita alegria por seus moradores.

Estela Almagro (PT) usou a tribuna para criticar a breve passagem de Anderson Prado pela Secretaria Municipal de Habitação e rebater a fala do vereador Edson Miguel (Republicanos). Estela afirmou que não adiante ressuscitar discussões tardias, argumentando que os vereadores que aprovaram a concessão dos serviços de limpeza urbana e coleta de lixo em Bauru são corresponsáveis perante qualquer desdobramento que ocorra daqui para frente, inclusive a criação da taxa do lixo. A vereadora também criticou o projeto de lei apresentado pela prefeita Suéllen Rosim visando a criação da Secretaria Municipal da Mulher. De acordo com Estela, a medida é “um cabidão em ano de eleição” e, se a chefe do Executivo se preocupa com políticas públicas para as mulheres, deveria pensar em ações efetivas, como disponibilizar obstetra para gestantes no Posto de Saúde do Centro. Estela também discorreu sobre o Plano Diretor, cujo texto começou a tramitar na Casa de Leis nesta segunda-feira. A parlamentar enfocou, por exemplo, o fato de a Prefeitura ter ignorado os apontamentos do estudo feito pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) e seguido um caminho diametralmente oposto na elaboração do Plano Diretor. A vereadora reforçou ao longo do discurso que a Prefeitura está entregando a cidade para a especulação imobiliária, afetando, inclusive, áreas de preservação ambiental. “É a fusão entre o interesse público e o privado”, declarou Estela.

Cabo Helinho (PL) parabenizou a Cavalaria do 13º BAEP por duas operações que resultaram na apreensão de grandes quantidades de entorpecentes. O vereador destacou a dificuldade do tipo de patrulhamento executado pela Cavalaria, especialmente numa região como a da linha férrea, que hoje é considerada uma área crítica. Na sequência, Helinho falou sobre a situação do cruzamento da Xerxes Ribeiro dos Santos, via conhecida do Núcleo Residencial Presidente Geisel. No local, o descarte irregular de lixo vem ocasionando diversos problemas, como o entupimento de bocas de lobo. O parlamentar informou que enviou um ofício ao Gabinete da prefeita cobrando providências (André Maldonado também se manifestou durante o discurso de Cabo Helinho para informar que fez pedidos similares para a área), pois o recapeamento feito no local resolveu apenas parte das dificuldades vivenciadas pelos moradores. Por fim, o vereador pediu que o projeto de lei que trata da regulamentação das adegas seja aprovado pela Câmara, para que a população tenha tranquilidade e os empreendedores contem com o apoio do Poder Público.

José Roberto Segalla (União Brasil) usou a tribuna para criticar os colegas vereadores que não mencionaram, durante os discursos proferidos nesta segunda-feira, os desdobramentos da “CEI dos bens inservíveis da Emdurb” e o projeto de lei que atualiza o Plano Diretor (PD) de Bauru. “Essas coisas serão votadas aqui nesta casa”, endossou o parlamentar, cobrando mais envolvimento e seriedade na discussão. Nesse sentido, Segalla pediu que os vereadores estudem a proposta do PD enviada à Câmara. Falando sobre a posição da Prefeitura, Segalla também criticou o desperdício de recursos públicos para contratar o estudo da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) e depois não utilizá-lo. Informando que no dia 4 de março realizará uma Audiência Pública com a vereadora Estela Almagro para discutir o tema, ressaltou que há setores da sociedade civil bauruense que estão se organizando para acionar a justiça caso o projeto seja aprovado da forma como está. Afinal, segundo Segalla, ele viola diversas legislações. “Não podemos passar por cima dessas coisas”, disse antes de apontar que Bauru está indo na contramão das outras cidades, que hoje optam por frear a expansão e modernizar a estrutura que já tem. Sobre a “CEI dos Bens Inservíveis da Emdurb”, o parlamentar ainda afirmou que a prefeita poderia ter demitido a presidente e os diretores exonerados na semana passada muito antes.

Julio Cesar (PP) deixou seus cumprimentos ao Deputado Federal Delegado da Cunha pelo envio de uma emenda parlamentar de R$ 700 mil para a construção do Centro de Treinamentos de Lutas no Centro Social Urbano (CSU) do Jardim Bela Vista. Falando sobre saúde, reforçou que houve muitos avanços na área, mas reconheceu que deve continuar cobrando melhorias, uma vez que sempre há coisas a serem feitas. Ele ainda citou o direcionamento de suas emendas parlamentares para a aquisição de equipamentos de raio-x e de camas motorizadas, além de mencionar que, atualmente, está de olho na estrutura física e na necessidade de climatização nas unidades de saúde. Julio Cesar também comentou sobre o caso do cachorro Orelha, assassinado no último dia 4 de janeiro em Florianópolis, causando comoção nacional. O vereador pontuou que o crime cruel trouxe a atenção de muitos para a causa animal e que se depara rotineiramente com casos parecidos, ao atender resgates de maus tratos. Nesse sentido, ele agradeceu a equipe da Coordenadora de Políticas Públicas para o Bem-Estar Animal, que já está em tratativa com o Centro de Referência em Formação Permanente aos Profissionais da Educação Municipal para levar um projeto de educação ambiental para as escolas da cidade. Por fim, ele citou o Programa Amigo Caramelo, voltado para castrações e consultas veterinárias gratuitas. No último mutirão, realizado no Nova Esperança, um veículo do programa esteve na praça do bairro para fazer cadastros, mas ainda assim algumas famílias não compareceram: “porque falta educação, por isso vamos continuar trabalhando para isso”, disse o vereador.

Eduardo Borgo (Novo) criticou o fato de estarem sendo coletadas assinaturas de vereadores para a propositura de uma emenda à Lei Orgânica do Município de Bauru que busca alterar o quórum de parlamentares necessário para aprovar a cassação de mandatos de vereadores. Borgo alegou que não houve discussão interna sobre o tema e disse estranhar a iniciativa do Ministério Público, que teria indicado que a Câmara precisa fazer essa adequação. O vereador disse que a discussão é importante, mas precisa ser feita corretamente. Antes de descer da tribuna, o parlamentar dirigiu críticas à atuação da prefeita Suéllen Rosim (PSD), inclusive no que tange às articulações políticas para o lançamento de candidaturas que concorrerão às Eleições de 2026. Borgo diz que a tônica é de “traição”.

Mané Losila (MDB) usou a tribuna para dizer que já está preocupado com o período de escassez de água. Ele relatou que esteve no ponto de perfuração de um dos poços do Complexo Val de Palmas, mas identificou problemas que precisam ser superados. Inclusive porque podem se repetir quando chegar o trabalho de perfuração dos próximos poços. Losila ainda criticou a morosidade do processo e informou que vai realizar uma Reunião Pública no próximo dia 10 de fevereiro, pela Comissão de Obras da Câmara, para buscar informações sobre o andamento dos trabalhos. “Fica nossa cobrança ao Governo”, declarou o vereador. Mané Losila também cobrou da Administração Municipal o projeto executivo das obras de infraestrutura previstas para o Jardim Manchester e pediu soluções emergenciais para dar dignidade à população da localidade. Por fim, o parlamentar agradeceu ao secretário municipal de Educação, Nilson Ghirardello, por prestar assistência à comunidade da região do Vargem Limpa e cobrou ações da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo para garantir transporte para as crianças frequentarem a escola.

Marcelo Afonso (PSD) rebateu as críticas do vereador José Roberto Segalla direcionadas aos colegas, enfatizando o comprometimento dos parlamentares que compõem a “CEI dos Bens Inservíveis da Emdurb” com a condução das investigações. Na sequência, Marcelo Afonso mostrou que o projeto de sua autoria que prevê a instalação do sistema de videomonitoramento em escolas e unidades de saúde da cidade foi sancionado pela prefeita. O parlamentar, no entanto, cobrou a execução da medida, ilustrando a urgência do tema com notícias recentes sobre furtos em prédios do Município. Ainda falando de segurança, Marcelo voltou a mostrar como a efetivação da Guarda Municipal também seria importante para Bauru.

Márcio Teixeira (PL) enalteceu a nova Comissão de Segurança Pública da Câmara, que para ele representa um avanço no setor da segurança no município. Em seguida, abordou os desafios relacionados ao projeto que atualiza o Plano Diretor de Bauru, que deu entrada na Casa nesta segunda-feira (02). Ele ressaltou que os vereadores não podem ser um “cartório ou despachante do Governo”, que está atento principalmente no que o projeto prevê para as áreas ambiental e imobiliária, e que deve apresentar emendas modificativas ao texto, todas amparadas por critérios técnicos. Além disso, pontuou a importância de se fazer uma reunião pública para um debate amplo sobre o tema. Márcio Teixeira também comentou sobre o trabalho da “CEI dos bens inservíveis da Emdurb”, elogiando a condução transparente do presidente do colegiado, Marcelo Afonso (PSD), e a participação de todos os demais membros nas apurações. Ele criticou quem disse que “tudo ia acabar em pizza”, pois muitas informações saíram do trabalho da Comissão e ainda há mais a ser apurado. O vereador defendeu a Emdurb, que chamou de “empresa séria”, e alertou que querem “novamente acabar com ela”. Por fim, ele ainda abordou a contratação do terceiro assessor parlamentar na Câmara, defendendo a importância de ter advogados em todos os gabinetes e criticando quem paga páginas de Instagram para defender posicionamentos.

Miltinho Sardin (PSD) criticou o uso da tribuna da Casa de Leis como palanque de campanha e pediu que a população esteja atenta, pois o trabalho do vereador deve ser voltado para o cenário local: “O vereador é um cuidador da cidade”, disse Miltinho, que ainda acrescentou: “Falar até papagaio fala!”. Repercutindo a fala do vereador Junior Lokadora (Podemos) sobre a ausência de ar-condicionado em unidades de saúde do município, apresentou dados da Secretaria Municipal de Saúde. Segundo Miltinho, o balanço mostra que 186 aparelhos já foram instalados. Mesmo assim, convidou o colega parlamentar para realizar novas diligências em sua companhia para verificar onde permanece o problema. Miltinho também deu destaque à fala de Márcio Teixeira (PL) sobre a contratação do terceiro assessor e mencionou: “Todo mundo que votou contra tem o direito de contratar, porque já autorizamos. Mas moralmente é difícil. Eu não faria isso”, concluiu.

Natalino da Pousada (PDT) fez um balanço sobre a situação de Bauru, que em sua opinião continua em direção ao progresso, mas ainda tem muitos desafios a enfrentar. Ele reconheceu que o poder público atua em prol da cidade, porém vê que ainda é pouco diante do que a população enfrenta no dia a dia. Natalino também destacou que atendeu a população durante o recesso parlamentar, aproveitando para elencar ações prioritárias levantadas pelos munícipes: conclusão da ETE Vargem Limpa, reforma da Estação Ferroviária, asfaltamento das vias de terra, construção do Hospital Municipal, mais reservatórios de água, mais cooperativas de reciclagem e Ecopontos, ampliação de equipes de saúde básica, iluminação de LED, implantação da GCM, revitalização da Lagoa da Quinta da Bela Olinda, viaduto de acesso à Pousada II e Jardim Helena, complexo esportivo para região norte, entre outros. “Ninguém será contra nada disso”, acrescentou. Ele finalizou relatando a visita que fez com o presidente do DAE, João Carlos Viegas, na Pousada da Esperança II. Na ocasião, ele solicitou apoio para melhorar a situação do esgoto a céu aberto e das ruas de terra que deixam o caminho intransitável. O presidente se colocou à disposição para resolver o problema juntamente com a Secretaria de Infraestrutura.

Pastor Bira (Podemos) usou a tribuna para afirmar que não consegue separar a política das pessoas e reforçou que é um compromisso do seu mandato cultivar a empatia perante as necessidades da população. Bira também teceu críticas ao modo como a Administração Municipal vem tratando as Organizações da Sociedade Civil que prestam serviços para a população bauruense: “Não se repassa (verba), não se discute, mas continua mandando pessoas”, enfatizou o vereador, que também declarou: “Tratar mal que é parceiro não faz bem a ninguém. Um dia vamos sofrer com isso”. Bira também abordou problemas no transporte escolar e a situação da Rua Mário Osório, que, segundo ele, é alvo de especulação imobiliária e sofre com a falta de infraestrutura básica.

Junior Rodrigues (PSD) reforçou que o trabalho parlamentar não para no recesso, citando que manteve o atendimento aos cidadãos e realizou viagens a São Paulo e à região à procura de soluções para questões bauruenses. Em seguida, focou sua fala na situação das entidades do terceiro setor do município, que já alertaram em audiência pública na Câmara que podem não conseguir manter os serviços neste ano por falta de verba. O fato é fonte de preocupação para o parlamentar, que vê que as entidades precisam fugir de sua finalidade, ou seja, além de fazer o atendimento em si da população vulnerável, têm que realizar eventos, rifas e almoços “porque a conta não fecha”. Relacionando o problema com a questão de segurança pública, citou por exemplo que hoje só existem 50 vagas para homens dependentes químicos em recuperação em duas ONGs para a demanda de toda a cidade: “é muito pouco”. Junior Rodrigues relatou ainda que esteve na Secretaria da Saúde para saber como ajudar na questão, defendeu que emendas impositivas de parlamentares não podem ser a solução (“são um extra, não rotina”) e cobrou do Poder Executivo um olhar especial para as entidades sociais bauruenses, chamando a responsabilidade da Prefeitura sobre o tema. Ele finalizou compartilhando que teve um encontro com um grupo de feirantes da Feira do Rolo, que querem entender os motivos para a retirada dos banheiros químicos do local. Ele completou que deve avançar a conversa na Secretaria de Agricultura para buscar melhorias para a tradicional feira bauruense.

Reprodução: Câmara Municipal de Bauru

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