Vereadores já realizaram diligências em 36 imóveis da Educação
Os membros das Comissões Permanentes de Fiscalização e Controle; Justiça, Legislação e Redação, e de Educação e Assistência Social realizam diligências, desde o dia 24 de janeiro, para avaliar “in loco” os imóveis desapropriados pelo Poder Executivo, que totalizam um aporte financeiro da pasta de Educação de cerca de R$ 34,8 milhões, adquiridos ao longo de 2021. Leia mais
Os vereadores deram início no dia 27 de janeiro, nas unidades escolares de Ensino Infantil e Ensino Fundamental da Administração Municipal. O primeiro imóvel foi o da Emef Dirce Boemer Guedes de Azevedo, no Parque Bauru, que se encontra com as obras de reforma e ampliação paralisadas. Na mesma situação, a Emei Tangarás/Ferradura Mirim (Pró-infância FNDE), localizada ao lado da Emef Dirce Boemer Guedes de Azevedo, também se encontra com as obras de reforma e ampliação paralisadas. Na sequência, as comissões diligenciaram até o imóvel da Emef Santa Maria, na Vila Cardia, que está com as obras de reforma e ampliação em andamento pela construtora. Por fim, os vereadores estiveram na Emei Edna Kamla Faina, no Parque Vista Alegre, que também se encontra com as obras de reforma e ampliação em andamento pela construtora e na Emei Irene Ferreira Chermont, localizada ao lado da unidade escolar em reforma, que abriga provisoriamente os alunos e a equipe escolar da Emei Edna Kamla Faina.
No dia 28 de janeiro, as escolas visitadas foram: a Emef Waldomiro Fantini, no Parque Santa Cândida e Leão XIII (obras de reforma e ampliação – em andamento); a antiga Emei Jaty Queiroz de Gorreta, na Vila Dutra (demolida); a Emei Vera Lúcia Cury Savi, no Jardim Nova Esperança (imóvel interditado e abandonado); a Emei Aracy Pellegrina Brazoloto, na Vila Dutra, que abrigou até 2021 os últimos alunos da Emei Jaty Queiroz de Gorreta, e a Emei Floripes Silveria de Souza, no Núcleo Edson Francisco da Silva, que abriga atualmente os alunos da Emei Vera Lúcia Cury Savi.
No dia 31 de janeiro, foi a vez da Emei Apparecida Pereira Pezzatto, na Vila Souto, que foi demolida. Os alunos estão em um imóvel provisório, na Vila Rocha, 700 metros de distância da antiga unidade escolar. Em seguida, os vereadores estiveram na Emei Fortunato Rocha Lima (Pró-infância FNDE), no Núcleo Fortunato Rocha Lima, vistoriando o imóvel que se encontra com as obras de reforma e ampliação paralisadas. No Núcleo Mary Dota, os vereadores visitaram a unidade escolar recém inaugurada, a Emeii Olga Bicudo Tognozzi.
No dia 1º de fevereiro, os parlamentares estiveram na Emef Maria Chaparro Costa, no Parque Santa Edwirges; na Emeii Arlindo Boemer Guedes de Azevedo, no Parque Santa Edwirges; na Emeii Lilian Aparecida Passoni Haddad, no Leão XIII, e por fim, na Emeii Aida Tibiriçá Borro, na Vila Antártica, que será transferida para imóvel alugado localizado na Rua Marcondes Salgado, na Chácara das Flores, a residência já está em fase de finalização do contrato de aluguel, no valor mensal de R$ 4 mil.
No dia 3 de fevereiro, as comissões permanentes estiveram na Emeii José Toledo Filho – CAIC, no Jardim Nova Esperança; na Emeii Maria de Lourdes Martins Segalla, no Núcleo Habitacional Edson Francisco da Silva; na Emei José Gori, no Parque Jaraguá, e na Emef Nacilda de Campos, na Vila Garcia/Jardim TV.
Na última sexta-feira (4/2), as Comissões estiveram nas unidades escolares Emei Glória Cristina Melo De Lima, na região central da cidade, e na Emei Gilda dos Santos Improta, na Vila Tecnológica.
Nesta terça-feira (8/2), o colegiado visitou três unidades escolares durante todo o período da manhã. Os vereadores estiveram diligenciando na Emef Cônego Aníbal Difrância, no Parque São Geraldo; na Emei Stélio Machado Loureiro, no centro da cidade, e na Emeii Valéria Dalva de Agostinho, no Jardim Ivone, que mesmo recém inaugurada, em junho de 2021, conta com problemas nas instalações e problemas estruturais, como vazamento de água da chuva e infiltrações. O investimento nesta unidade escolar foi de R$ 2.961.538,81, sendo R$ 1.979.860,84 de recursos federais e R$ 981.677,97 de contrapartida do município.
Na maioria dos imóveis diligenciados foram identificados problemas estruturais e de falhas em manutenção preventiva e corretiva comuns, caracterizando indícios de negligência na manutenção e conserto. Em quase todas as unidades visitadas, até o momento, se repetem: infiltrações, ausência de manutenção, defeitos não resolvidos em instalações hidráulicas e elétrica, além de problemas no telhado e água de chuva entrando em várias salas das escolas municipais em decorrência dessas falhas.
Reprodução: Câmara Municipal de Bauru


